
quarta-feira, 13 de maio de 2009
RADIO JAGUBE
E TELE
CENTRO
O projeto Radio-Telecentro vem trabalhando com radio transmissão desde março de 1998 e inclusão digital na Vila Céu do Mapiá desde o dia 10 de março de 2004, dando acesso à internet com uma antena Gesac e equipamentos ganhos com diferentes parcerias, ainda prédio, instalação, energia (solar e gerador), e conta com trabalho voluntário para poder atender a manutenção de equipamentos, limpeza do prédio, configuração geral dos computadores, manutenção de antivírus, enfim todo o que implica ter um serviço (ainda que limitado) de últimas tecnologias, é por onde a comunicação vem acontecendo de maneira fluida, hoje temos um fluxo de jovens se comunicando com o mundo inteiro, a escola fazendo pesquisas, um número significativo de pessoas abriu correios eletrônicos, os próprios setores comunitários usam seus serviços, como por exemplo AMVCM, IDA-Cefluris, Cooperativa, Escola, Casa de ofícios, posto de saúde, controle da Malaria, Medicina da Floresta, Santa Casa, ainda particulares, representação do Ibama em Mapiá e os próprios trabalhos de escritório geral com impressora, scanner e documentação para ser usada digitalmente.
Há tempo estamos observando que a capacidade de carga das baterias vem decaindo, elas são usadas para os dois sistemas fotovoltaicos que atendem Radio e Telecentro, são 20 baterias ao todo, 12 no sistema da Radio e 8 no Telecentro, agora o sistema do Telecentro está inoperante pois suas baterias não conseguem segurar a carga para funcionar o inversor, isto a pesar de ter muitos módulos gerando eletricidade.
O sistema que ainda está funcionado (só durante o sol forte das10 as 14 horas), é o da Radio Jagube, que está abastecendo energia para o transmissor, o sinal de internet e o computador da própria radio.
A programação é das 10:00 as 15:00 hs, e ainda transmissão de hinarios ao vivo mas este sistema de energia deve seguir o mesmo caminho das baterias que pararam de funcionar, pois são todas da mesma época.
Os agentes de comunicação do Mapiá participaram de uma reunião na que foi combinado que todos os setores trariam seus relatórios semanais, de maneira de organizar a informação de todos os eventos e atividades gerais da Vila Céu do Mapiá, criando um material audiovisual, entrevistas e textos e trabalhar na edição dos mesmos para atualizar as diferentes páginas web.
O grupo começou a trabalhar durante as segundas férias, coletando as informações e editando, mas o pane das baterias paralisou nosso trabalho. Se faz necessária a compra de novas baterias e este é nosso apelo para os amigos, parceiros e agentes desta grande rede de comunicação ajudar nesta campanha pela compra de novas baterias.
Temos muito trabalho e muitos projetos para desenvolver ainda, mas estamos falando de uma necessidade básica para poder trabalhar neste voluntariado e produzir material : "ENERGIA"
Como falei acima as baterias necessárias para os dois sistemas são 20 que compradas em Rio Branco e transportadas ao Mapiá dá um total de 10000 R$, ainda como emergência poderíamos trabalhar só com 12 baterias que da 6000 R$ aproximadamente.
A pesar de ser um valor alto, os valores deste patrimônio de equipamentos que a comunidade toda vem usando, supera os 200.000 R$. Este investimento demanda gastos constantes em manutenção e o clima quente e úmido, prejudica muito a vida útil deste tipo de equipamentos.
Enfim é um esforço muito grande manter este serviço e contamos com a compreensão de todos e todas para colaborar e divulgar este pedido de ajuda.
A conta que o projeto Radio-Telecentro vem usando é do Banco do Brasil
Conta Corrente 1139-8 Agencia 0814-1 sendo a titular Maria de Fátima Santágata.
CPF 92052207791
Os endereços eletrónicos são radiojagube@gmail.com e robertosan@gmail.com
As páginas são http://www.radiojagube.org/ e http://radiojagube.multiply.com
O telefone de contato em Mapiá é o +55(97) 34571000 .
ROBERTO SANTÁGATA
Há tempo estamos observando que a capacidade de carga das baterias vem decaindo, elas são usadas para os dois sistemas fotovoltaicos que atendem Radio e Telecentro, são 20 baterias ao todo, 12 no sistema da Radio e 8 no Telecentro, agora o sistema do Telecentro está inoperante pois suas baterias não conseguem segurar a carga para funcionar o inversor, isto a pesar de ter muitos módulos gerando eletricidade.
O sistema que ainda está funcionado (só durante o sol forte das10 as 14 horas), é o da Radio Jagube, que está abastecendo energia para o transmissor, o sinal de internet e o computador da própria radio.
A programação é das 10:00 as 15:00 hs, e ainda transmissão de hinarios ao vivo mas este sistema de energia deve seguir o mesmo caminho das baterias que pararam de funcionar, pois são todas da mesma época.
Os agentes de comunicação do Mapiá participaram de uma reunião na que foi combinado que todos os setores trariam seus relatórios semanais, de maneira de organizar a informação de todos os eventos e atividades gerais da Vila Céu do Mapiá, criando um material audiovisual, entrevistas e textos e trabalhar na edição dos mesmos para atualizar as diferentes páginas web.
O grupo começou a trabalhar durante as segundas férias, coletando as informações e editando, mas o pane das baterias paralisou nosso trabalho. Se faz necessária a compra de novas baterias e este é nosso apelo para os amigos, parceiros e agentes desta grande rede de comunicação ajudar nesta campanha pela compra de novas baterias.
Temos muito trabalho e muitos projetos para desenvolver ainda, mas estamos falando de uma necessidade básica para poder trabalhar neste voluntariado e produzir material : "ENERGIA"
Como falei acima as baterias necessárias para os dois sistemas são 20 que compradas em Rio Branco e transportadas ao Mapiá dá um total de 10000 R$, ainda como emergência poderíamos trabalhar só com 12 baterias que da 6000 R$ aproximadamente.
A pesar de ser um valor alto, os valores deste patrimônio de equipamentos que a comunidade toda vem usando, supera os 200.000 R$. Este investimento demanda gastos constantes em manutenção e o clima quente e úmido, prejudica muito a vida útil deste tipo de equipamentos.
Enfim é um esforço muito grande manter este serviço e contamos com a compreensão de todos e todas para colaborar e divulgar este pedido de ajuda.
A conta que o projeto Radio-Telecentro vem usando é do Banco do Brasil
Conta Corrente 1139-8 Agencia 0814-1 sendo a titular Maria de Fátima Santágata.
CPF 92052207791
Os endereços eletrónicos são radiojagube@gmail.com e robertosan@gmail.com
As páginas são http://www.radiojagube.org/ e http://radiojagube.multiply.com
O telefone de contato em Mapiá é o +55(97) 34571000 .
ROBERTO SANTÁGATA
terça-feira, 12 de maio de 2009
Como deve ser a programação de uma rádio comunitária?
A programação diária de uma rádio comunitária deve conter informação, lazer, manifestações culturais, artísticas, folclóricas e tudo aquilo que possa contribuir para o desenvolvimento da comunidade, sem discriminação de raça, religião, sexo, convicções político-partidárias e condições sociais. A programação deve respeitar sempre os valores éticos e sociais da pessoa e da família, prestar serviços de utilidade pública e contribuir para o aperfeiçoamento profissional nas áreas de atuação dos jornalistas e radialistas. Além disso, qualquer cidadão da comunidade beneficiada terá o direito de emitir opiniões sobre quaisquer assuntos abordados na programação da emissora, bem como manifestar idéias, propostas, sugestões, reclamações ou reivindicações.Como deve ser a publicidade nas rádios comunitárias?As prestadoras do Serviço de Radiodifusão Comunitária podem transmitir patrocínio sob a forma de apoio cultural, desde que restritos aos estabelecimentos situados na área da comunidade atendida. Entende-se por apoio cultural o pagamento dos custos relativos à transmissão da programação ou de um programa específico, sendo permitida, por parte da emissora que recebe o apoio, apenas veicular mensagens institucionais da entidade apoiadora, sem qualquer menção aos seus produtos ou serviços.
O que não pode ser transmitido por uma rádio comunitária?
É proibido a uma rádio comunitária utilizar a programação de qualquer outra emissora simultaneamente, a não ser quando houver expressa determinação do Governo Federal. Não poderá ela, também, em hipótese alguma: veicular qualquer tipo de defesa de doutrinas, idéias ou sistemas sectários; e inserir propaganda comercial, a não ser sob a forma de apoio cultural, de estabelecimentos localizados na sua área de cobertura.
A programação diária de uma rádio comunitária deve conter informação, lazer, manifestações culturais, artísticas, folclóricas e tudo aquilo que possa contribuir para o desenvolvimento da comunidade, sem discriminação de raça, religião, sexo, convicções político-partidárias e condições sociais. A programação deve respeitar sempre os valores éticos e sociais da pessoa e da família, prestar serviços de utilidade pública e contribuir para o aperfeiçoamento profissional nas áreas de atuação dos jornalistas e radialistas. Além disso, qualquer cidadão da comunidade beneficiada terá o direito de emitir opiniões sobre quaisquer assuntos abordados na programação da emissora, bem como manifestar idéias, propostas, sugestões, reclamações ou reivindicações.Como deve ser a publicidade nas rádios comunitárias?As prestadoras do Serviço de Radiodifusão Comunitária podem transmitir patrocínio sob a forma de apoio cultural, desde que restritos aos estabelecimentos situados na área da comunidade atendida. Entende-se por apoio cultural o pagamento dos custos relativos à transmissão da programação ou de um programa específico, sendo permitida, por parte da emissora que recebe o apoio, apenas veicular mensagens institucionais da entidade apoiadora, sem qualquer menção aos seus produtos ou serviços.
O que não pode ser transmitido por uma rádio comunitária?
É proibido a uma rádio comunitária utilizar a programação de qualquer outra emissora simultaneamente, a não ser quando houver expressa determinação do Governo Federal. Não poderá ela, também, em hipótese alguma: veicular qualquer tipo de defesa de doutrinas, idéias ou sistemas sectários; e inserir propaganda comercial, a não ser sob a forma de apoio cultural, de estabelecimentos localizados na sua área de cobertura.
Rádio comunitária
O que é uma rádio comunitária?
O Serviço de Radiodifusão Comunitária foi criado pela Lei 9.612, de 1998, regulamentada pelo Decreto 2.615 do mesmo ano. Trata-se de radiodifusão sonora, em freqüência modulada (FM), de baixa potência (25 Watts) e cobertura restrita a um raio de 1km a partir da antena transmissora. Podem explorar esse serviço somente associações e fundações comunitárias sem fins lucrativos, com sede na localidada da prestação do serviço. As estações de rádio comunitárias devem ter uma programação pluralista, sem qualquer tipo de censura, e devem ser abertas à expressão de todos os habitantes da região atendida.
O que é uma rádio comunitária?
O Serviço de Radiodifusão Comunitária foi criado pela Lei 9.612, de 1998, regulamentada pelo Decreto 2.615 do mesmo ano. Trata-se de radiodifusão sonora, em freqüência modulada (FM), de baixa potência (25 Watts) e cobertura restrita a um raio de 1km a partir da antena transmissora. Podem explorar esse serviço somente associações e fundações comunitárias sem fins lucrativos, com sede na localidada da prestação do serviço. As estações de rádio comunitárias devem ter uma programação pluralista, sem qualquer tipo de censura, e devem ser abertas à expressão de todos os habitantes da região atendida.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
A importancia do Rádio:
As gravadoras são uma parte importante da indústria da música, mas as rádios também têm um papel de peso. As estações de rádio precisam trabalhar em conjunto com as gravadoras para que as duas alcancem bons resultados. As gravadoras devem fazer com que as estações de rádio toquem as músicas dos artistas que elas representam e as rádios precisam de um fluxo consistente de novos materiais para seus ouvintes. Enquanto as gravadoras ganham dinheiro com a venda de álbuns, as rádios faturam através da propaganda. As rádios precisam da audiência para que os anunciantes paguem pelo horário de propaganda. Quando as gravadoras lançam músicas nas rádios que conquistam os ouvintes, as estações podem vender seu tempo de programação. Dessa forma, todos obtêm o que precisam. Mas tanto as estações de rádio como as gravadoras passam por um processo antes que isso aconteça.
Quando as gravadoras estão prestes a lançar um álbum, seus departamentos de vendas e/ou promoção tentam conseguir horários para ele na programação. Na história da indústria da música, as gravadoras tentaram de diversas formas colocar seus artistas nas rádios. Elas fizeram de tudo, desde levar o artista de helicóptero até a rádio para uma entrevista até a oferta de dinheiro ilegal (suborno oferecido em troca de promoção) para que as músicas fossem tocadas.
Com freqüência, as estações de rádio e as gravadoras trabalham juntas na promoção de artistas, como quando a rádio organiza um show ou um dia de autógrafos nas lojas. É importante tanto para os executivos das gravadoras quanto para o pessoal das rádios estarem cientes das tendências atuais da música, ficar de olho no sucesso de um artista e adaptar-se às mudanças de formato das rádios. O bom relacionamento entre as gravadoras e as rádios pode significar que todos estão ganhando dinheiro com o sucesso do artista.
As gravadoras são uma parte importante da indústria da música, mas as rádios também têm um papel de peso. As estações de rádio precisam trabalhar em conjunto com as gravadoras para que as duas alcancem bons resultados. As gravadoras devem fazer com que as estações de rádio toquem as músicas dos artistas que elas representam e as rádios precisam de um fluxo consistente de novos materiais para seus ouvintes. Enquanto as gravadoras ganham dinheiro com a venda de álbuns, as rádios faturam através da propaganda. As rádios precisam da audiência para que os anunciantes paguem pelo horário de propaganda. Quando as gravadoras lançam músicas nas rádios que conquistam os ouvintes, as estações podem vender seu tempo de programação. Dessa forma, todos obtêm o que precisam. Mas tanto as estações de rádio como as gravadoras passam por um processo antes que isso aconteça.
Quando as gravadoras estão prestes a lançar um álbum, seus departamentos de vendas e/ou promoção tentam conseguir horários para ele na programação. Na história da indústria da música, as gravadoras tentaram de diversas formas colocar seus artistas nas rádios. Elas fizeram de tudo, desde levar o artista de helicóptero até a rádio para uma entrevista até a oferta de dinheiro ilegal (suborno oferecido em troca de promoção) para que as músicas fossem tocadas.
Com freqüência, as estações de rádio e as gravadoras trabalham juntas na promoção de artistas, como quando a rádio organiza um show ou um dia de autógrafos nas lojas. É importante tanto para os executivos das gravadoras quanto para o pessoal das rádios estarem cientes das tendências atuais da música, ficar de olho no sucesso de um artista e adaptar-se às mudanças de formato das rádios. O bom relacionamento entre as gravadoras e as rádios pode significar que todos estão ganhando dinheiro com o sucesso do artista.
Roberto Landell de Moura (Porto Alegre, 21 de janeiro de 1861 — Porto Alegre, 30 de junho de 1928) foi um padre católico e inventor brasileiro.
É considerado um dos vários "pais" do rádio, no caso o pai brasileiro do Rádio. Foi pioneiro na transmissão da voz humana sem fio (radioemissão e telefonia por radio) antes mesmo que outros inventores, como o canadense Reginald Fessenden (dezembro de 1900). Marconi se notabilizou por transmitir sinais de telegrafia por rádio; e só transmitiu a voz humana em 1914.
Pelo seu pioneirismo, o Padre Landell é o patrono dos radioamadores do Brasil. A Fundação Educacional Padre Landell de Moura foi assim batizada em sua homenagem, assim como o CPqD (Centro de Pesquisas e Desenvolvimento) criado pela Telebrás em 1976, foi batizado de "Roberto Landell de Moura".
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